Carolino deu o recado! Vida longa ao Manso Festival. Eu endosso o coro! Esta primeira edição foi um sucesso. Aos poucos o público chegava e se acomodava, seja na sua canga ou na cadeira, as pessoas estavam dispostas a se conectar para conhecer novas histórias e também encontrar o seu novo som.

Essa combinação deu match. De cara, já encontrei o querido e carismático Matheus Borsato, responsável por conduzir a festa e apresentar os novos artistas ao público. O jovem estava na correria, arrumava uma coisa ali, fazia um story aqui, isso antes de subir no palco para celebrar a noite.
Eu já estava tirando minhas fotos, para alimentar esta matéria, quando conheci o Pedro e a Júlia, estudantes de direito, na Faculdade Federal De Uberlândia (UFU). Mas, além de entender de leis, a jovem é escritora e autora de dois livros de poesia, prometo que vou ler. Quem acompanhou Júlia no festival foi o seu namorado, Augusto, um estudante de engenharia aeronáutica, da USP, mas que está fazendo intercâmbio na Itália, porém, momento está curtindo férias em Uberlândia
Os amigos estavam ansiosos para ver a apresentação de Duda In The Sky, cantora responsável por fechar a primeira edição do Manso Festival. Calma, já vou falar das apresentações, contudo, por enquanto voltemos às conexões da noite.
Depois de encontrar esse trio de estudantes, não é que reencontrei o lindo casal de amigos Leandro e Jaqueline, muito fofos, eles levaram os dois filhos pequenos para a festa. Esse é um detalhe que vale a pena ressaltar, muitas famílias e muitas crianças prestigiaram e curtiram o evento.
Seguindo a noite conheci a animada Bianca, que está curtindo merecidas férias, já que ela trabalha levando refeições a muitas crianças da rede municipal de ensino. Ela me acompanhou pelo restante da festa, trocamos figurinhas e, logo no primeiro dia, ela já me viu cair, bom pra quebrar o gelo.
Deu pra sentir o clima e a energia da Oficina Cultural nesta quarta-feira? Conexões, reencontros, música nova e poesia. Coube a Miguel Cabral a primeira apresentação do Manso Festival. Com o seu romantismo e o seu estilo pop, o jovem conquistou o público com a sua voz doce e suas composições que falam de amor.
Depois, o extrovertido, animado e viajo Carolino trouxe a sua música que tem um pouco de Minas, um pouco do Nordeste e uma pitada de Portugal. Muito simpático, o músico brincou com os novos fãs, contou algumas histórias e soltou a voz, mostrando que muito da sua obra vem do cotidiano.
Agora era chegada a vez de Natania Borges, com o seu timbre potente e a sua luta na voz, a artista declamou um poema e cantou a sua representatividade, expondo suas emoções e celebrando as suas conquistas. Foram aproximadamente 30 minutos muito intensos e marcantes, simplesmente lindo.
Após a força de Natania Borges, tínhamos que nos recuperar um pouco e nada melhor do que a voz suave de Duda In The Sky para acalmar as emoções. A cantora fez o último show da noite, trazendo para o público um pouco da sua trajetória que conta EPs, um disco e vários singles lançados, mostrando o amadurecimento e uma maneira muito particular de traduzir, em forma de música, a transição entre a adolescência e a vida adulta.
Foram quatro apresentações belíssimas que promoveram a diversidade musical, provocaram o encontro entre várias tribos, estimulando conexões, que por sua vez, despertaram curiosidades, levando informação, multiplicando o conhecimento e, consequentemente, abrindo espaço para novas descobertas e novos aprendizados.
Sabe o que é bom? Em setembro tem mais!

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