Os shows, que são gratuitos, acontecem nos dias 15 e 16 de abril no Grande Hotel do Barreiro
Atenção Araxá e região! Temos uma novidade incrível, você que curte uma boa música e quer programar o seu final de semana, pode fechar a agenda, de sexta a domingo, você pode prestigiar a primeira edição do Festival Araxá Jazz e Blues. São diversas atrações com bandas de Ribeirão Preto, Uberlândia, Rio de Janeiro, Uberaba e, claro Araxá. O evento totalmente gratuito contará com um amplo espaço de gastronomia para você aproveitar ao máximo e recarregar as baterias e diversas atividades durante o dia. O Araxá Festival Jazz e Blues ocorrerá nos dias dia 14, 15 e 16 de abril, como parte da programação da 20ª edição da Copa Internacional de Mountain Bike no município.


O festival, que é viabilizado por meio do patrocínio da CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) e tem realização da Moinho Cultural com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, possui todas as atividades gratuitas e livre para todos os públicos, além de contar com intérprete de Libras ao vivo e material impresso em Braille. Isso é sensacional! Inclusivo e contando com todas as tribos, promovendo a diversidade.
A programação começa na sexta-feira, dia 14, com as “Brincadeiras Percussivas Jazz no Cotidiano”, atividades de formação de plateia que serão realizadas em quatro escolas públicas municipais. Os conteúdos serão ministrados pelos músicos Jack Will (percussão) e Tiago Martins (guitarra).


“Escolhi trabalhar cinco momentos da história do Jazz, mostrando cada um deles e músicas pré-gravadas de cada época. E vamos também tocar para os alunos e todos da escola, ao vivo. O objetivo é desmistificar o jazz e ampliar o interesse do público por este gênero, mostrando sua proximidade com outros estilos musicais”, diz Jack.
Já os shows acontecem nos dias 15 e 16 no Grande Hotel Termas & Convention de Araxá. No sábado, 15, sobem no palco os grupos: Manga Rosa Quarteto (Araxá), Black Jack 21 (Uberlândia), Miltons (Araxá) e, encerrando a noite, os cariocas Jefferson Gonçalves e Bitencourt Duo convidam Nanda Moura para um show inédito. No domingo, o som fica por conta da banda BÊJAZZ, com as participações de Uberland Street Band e Mississippi Devils.


Para o evento, será montada uma estrutura que visa uma boa fruição do público com um grande palco e painéis de led para melhor visualização dos presentes. Haverá, à disposição, uma Praça de Alimentação com diversas opções oferecidas pelos parceiros da Copa Internacional de Mountain Bike.
De acordo com Marcelo Mamede, coordenador e curador do Araxá Festival Jazz e Blues, o evento reunirá grandes nomes da música, com a presença de artistas reconhecidos nacionalmente e atrações locais de alta qualidade, que prometem agitar turistas e a população da cidade.


“O festival será realizado pela primeira vez e junto à CIMTB, justamente no ano de comemoração dos 20 anos da etapa da Araxá. Assim, não só nós que somos organizadores nos sentimos privilegiados, como o evento esportivo também ganha pelas atrações especiais que apresentaremos para todo o público. A ideia é fortalecer a cena do jazz e do blues na cidade e para tanto vamos trazer toda nossa experiência com festivais destes gêneros musicais, que vem desde 2017 com a realização do Fundinho Festival em Uberlândia”, comenta Mamede, que também é diretor executivo da Moinho Cultural.
Conforme Marco Túlio, diretor de programação, os shows começarão no horário previsto. “É uma forma de respeitarmos o público presente, que poderá escolher qual atração quer assistir e saber que acontecerá na hora marcada”, explica.



Confira abaixo a programação e um pouco da história de cada banda que se apresentará no palco do festival.
15/04 – Sábado – Shows
– 16h30 às 17h30 – Manga Rosa Quarteto (Araxá – MG)
– 18h às 19h – Black Jack 21 (Uberlândia – MG)
– 19h30 às 20h30 – Miltons (Araxá – MG)
– 21h às 22h – Jefferson Gonçalves e Bitencourt Duo convidam Nanda Moura (Rio de Janeiro – RJ)
16/04 – Domingo – Apresentações itinerantes
– BÊJAZZ STREET BAND (Araxá – MG) convida:
– 11h às 12h30 – Uberland Street Band (Uberlândia – MG)
– 14h às 15h30 – Mississippi Devils (Ribeirão Preto – SP)
“O grupo surgiu do desejo de tocar música de alma, com sentimento”, descreve Diego França, guitarrista da banda. “Além disso, como todos os integrantes são professores de música, tínhamos o desejo de aplicar nossos aprendizados, o que nos uniu para criar o quarteto”.
Com mais de 10 anos de existência, o Manga Rosa mistura Jazz com música brasileira, tendo grande influência do Clube da Esquina. Mas a Bossa Nova e o Baião não ficam de fora quando o assunto é referência musical. “Temos uma pitada de música latina também, que deixa o show com bastante energia”, conta o guitarrista, revelando mais uma importante característica do grupo.
Atualmente, em seus shows, o Manga Rosa tem apresentado uma canção autoral chamada “Fim de tarde”. A música, que não foge das influências da banda, é em formato instrumental. Para além deste projeto, Diego diz que eles pretendem gravar um disco completo. “É um dos planos para um futuro”, comenta.
O grupo araxaense é formado por Daniel Souza (contrabaixo), Diego França (guitarra), Flávio Andrade (bateria) e Lucas França (saxofone). Todos seguem carreira na música, com ampla experiência na área de educação e atuando em outros projetos. Mas é no Manga Rosa Quarteto que eles possuem a liberdade para tocar as músicas que aquecem o coração de cada um.
E é desse sentimento de liberdade, que nasceu o Jazz, excplica Diego. “Mais que um gênero musical, é um conceito. Ele nos leva a um patamar de magia. Essa liberdade nos leva ao amor, a mostrar nossa essência, a tocar de dentro para fora. Para o público, isso é maravilhoso. Porque eles recebem essa oração em forma de música, e nós, músicos, também podemos explorar a improvisação, a emoção do momento, e sempre guiados pelo coração”.
Black Jack 21
Com um histórico autoral extenso, o Black Jack 21 se formou entre 2010 e 2011. O grupo já compôs mais de 20 músicas para longa-metragem, e várias composições produzidas ao longo dos anos estão disponíveis em plataformas digitais.
Maurício Winckler, guitarrista e criador da banda, conta que o processo criativo é espontâneo e democrático. “Cada um apresenta uma ideia e desenvolvemos ela juntos, ou alguém já tem uma ideia no papel e nós trabalhamos em cima dela”, explica.
A formação atual carrega influências do Blues tradicional, Jazz, Country, Jump Blues, Country Blues. O Jazz Fusion também entra nas referências do Black Jack 21. Para o Araxá Festival Jazz e Blues, o grupo preparou uma seleção de música instrumental, com uma pegada de Country Blues, Fusion e Blues Rock. “Vai ser um show muito dinâmico e vamos manter a energia sempre lá em cima, para todos curtirem”, adianta Maurício.
Eles convidaram o saxofonista Hamilton Faria para subir ao palco. O músico já tocou com a banda em outras ocasiões, tendo, inclusive, gravado uma faixa com eles. Hamilton fazia parte do “Só Pra Contrariar” e ganhou o Grammy Latino no grupo.
Para o evento, a expectativa dos integrantes é a melhor possível: “Estamos muito empolgados com esse show. Gostamos muito de fazer festival, inclusive, temos feito bastante”, declara o fundador da banda.
A Black Jack 21 é uma banda de Uberlândia (MG), formada e liderada pelo guitarrista Maurício Winckler, estudioso e pesquisador do Blues há quase 34 anos. Com carreira consolidada no Brasil e Estados Unidos, já dividiu palco com grandes nomes como, por exemplo, J. J. Jackson, Jan Clements, Bocato, Fábio Sá e Gal Costa. Ele também abriu vários shows importantes, entre eles o de Gilberto Gil, na Bienal Internacional da Música em Manaus.
Iuri Resende é o baixista da Black Jack 21, mas também integra algumas outras bandas. Maurício o define como um “músico muito criativo”. Já a guitarra fica por conta de Lukas Simon, que tem influências do Country e Jump Blues. “Ele tem uma trajetória longa na música e já passou até pelo Heavy Metal”, destaca Winckler.
Vinicius Silva, baterista, cursa música na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e realiza trabalhos pedagógicos em escolas. Maurício relembra que o Vinicius já rodou o Brasil inteiro com sua antiga banda, que foi muito importante para a cena Uberlandense.
Miltons
Em homenagem a Milton Nascimento e Tom Jobim, Miltons surgiu há cinco anos dando nova roupagem às músicas desses artistas. Nos shows, a Música Popular Brasileira ganha tons de Jazz, Soul, Ska, Samba e Funk.
A banda tem músicos de prestígio de Minas Gerais. Erasmo Valeriano no baixo, Fernando Rodovalho no trompete, Jack Will na percussão, Luis Otávio no trombone, Raphael Borsatto no sax, Rogério Dias no teclado, Tiago Martins na guitarra e Wender Ferreira na bateria. “A banda preparou um show muito bacana, com arranjos inéditos e músicas novas”, destaca Tiago Martins.
Jefferson Gonçalves e Bitencourt Duo convidam Nanda Moura
Com um show inédito, os músicos Jefferson Gonçalves, os irmãos Júlio e Luciano Bitencourt, que juntos formam o Bitencourt Duo, e Nanda Moura se juntaram para uma apresentação no Araxá Festival. “Estamos estreando juntos nesse evento. Depois que esse encontro foi divulgado, já estamos com uma agenda de shows para cumprir. As pessoas ficaram curiosas com nossa junção”, conta Jefferson.
A história de Jefferson e do Bitencourt Duo não é tão recente como essa parceria que irá rolar no palco de Araxá. Eles já se conheciam de outros festivais. “Na pandemia, eu estava vendo um vídeo do Júlio tocando sua bateria, que é única, com uma mistura de percussão, uma percuteria, e falei para ele que iria usar o ritmo para criar uma música. Então, criei uma melodia, que foi o primeiro trabalho juntos. Gravamos, lançamos nas plataformas digitais e esse foi o início do nosso projeto”, explica Jefferson.
Ele e Nanda Moura já haviam dividido os palcos algumas vezes, quando surgiu a ideia de fugirem da zona de conforto. “Convidei e ela topou! Então, nossa expectativa para esse show é alta. O repertório está bem legal, contamos uma história na apresentação. Vamos com um Blues moderno, com uma fusão de músicas brasileiras e a Nanda entra com uma pegada tradicional. Estamos bem animados, já que será nossa estreia. É um festival de grande importância e nós quatro estamos bem ansiosos”, revela Jefferson.
Em sua apresentação no sábado, dia 15, Jefferson Gonçalves, Bitencourt Duo e Nanda Moura se unem para explorar o que há de melhor na música negra norte-americana e brasileira, voltada às origens nordestinas, como forró, baião, xaxado e maracatu.
Eles vão apresentar uma convergência entre a gaita de Jefferson, que se une ao trabalho criativo dos irmãos Bitencourt, com guitarra híbrida e violão de Luciano, bateria e percussão de Júlio. Isso tudo embalado com a participação especial da guitarra e voz marcante de Nanda.
Os quatro possuem extensa experiência na carreira musical, com trabalhos que percorreram o Brasil e o mundo.
BÊJAZZ Street Band
BÊJAZZ é um quarteto com mais de 40 anos de estrada e, claro, muita experiência. Atualmente, formado por Bosquinho (acordeon), Erasmo (banjo), Osvaldinho (washboard) e Rafael (Saxofone), o grupo conta com um repertório amplo, com Chorinho, Bossa Nova, Rock, mas tudo com uma levada voltada ao Jazz.
A banda tem o costume de alterar arranjos originais, dando novas roupagens para músicas já conhecidas. E para o show do dia 16, no domingo, eles prepararam uma apresentação especial, com dois convidados: Uberland Street Dance e Mississippi Devils. Os três farão apresentações itinerantes pela cidade.
Uberland Street Band
Banda itinerante de Jazz tradicional, que tem como referência os grupos de marcha de Nova Orleans de meados do ano 1910. Composta por Leandro (sax), Luís Otávio (trombone) e Jorge Júnior (Tuba) nos sopros, e Mikael Silva (washboard), Manoel Moura (bumbo) e Alex Silva (caixa), na percussão. O grupo promete uma apresentação que fará o público viajar no tempo.
Mississippi Devils
Já o grupo Mississippi Devils começou com uma percussão, dois violões, uma gaita, e uma vontade de montar um projeto para trabalhar uma vertente diferente do Blues; histórico, delta, com instrumentos mais arcaicos e com uma levada mais acústica.
“Com o tempo, fomos explorando novos sons e novos instrumentos, já que um antigo integrante da banda e um dos fundadores, era estudioso da lutheria. Assim, fomos adicionando mais instrumentos, que nós mesmos começamos a fazer”, conta Old Smoking Brown, um dos integrantes da banda.
Além dele, que faz voz, resonator, violão, cigarbox, kazoo e ukulele, o grupo é formado por Big Lips Malone (voz e violão), Henry Blues Boy (gaita), Beer Junkie Pete (voz, washboard, bumbo, colheres e correntes) e Dad Bacon (voz, baixo, ukulele).
Com videoclipes e EP lançados, Mississippi Devils está, atualmente, trabalhando em um álbum de inéditas.
O evento
O Araxá Festival tem o intuito de fortalecer o Blues e Jazz na sociedade, levando cultura à cidade e abrindo espaço para artistas novos e, também, já consagrados. A troca de experiências, conhecimento, aprendizado e cultura é o tipo de vibração que queremos estimular.
Mais detalhes no site oficial: http://araxafestival.com.br/
Sobre a CBMM
Líder mundial na produção e comercialização de produtos de Nióbio, a CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) possui mais de 400 clientes, em 50 países. A companhia fornece produtos e tecnologia de ponta aos setores de infraestrutura, mobilidade, aeroespacial, saúde e energia. Fundada em 1955 em Araxá, Minas Gerais, a CBMM apoia iniciativas que visam o desenvolvimento socioeconômico, cultural e esportivo nos locais onde atua, buscando beneficiar essas comunidades e auxiliar na formação das próximas gerações.
Para mais informações, visite: cbmm.com/pt/media-center.
Sobre a Moinho Cultural
Fundada há 18 anos, a Moinho Cultural é uma produtora que atende empresas patrocinadoras e agências de publicidade e de relações públicas com a disponibilização de projetos próprios para patrocínio e criação de projetos sob medida, sempre alinhados às estratégias de comunicação do cliente, gerando entregas de qualidade que favoreçam a visibilidade, fortalecimento e reputação de marca.
Além do Araxá Festival, possui em seu portfólio projetos de sucesso, como: Fundinho Festival – Jazz e Blues, Cine Família na Praça; Diversão e Arte: Música para Crianças de Todas as Idades, Festival de Inverno da Serra da Canastra, e Expresso Literário; os quais, juntos, totalizam 40 eventos realizados em 22 municípios, para um público de aproximadamente 152 mil pessoas.

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