Gigantes do rock dividem o palco com artistas em ascensão no segundo dia do Festival Te Vejo No…

O segundo dia do Festival Te Vejo No Parque foi marcado pela diversidade musical. O primeiro a subir ao palco foi o romântico Jão. O jovem estava muito feliz e, pela segunda vez, comemorou seu aniversário em Uberlândia. Claro, os fãs não deixaram a data passar em branco e, em coro, cantaram parabéns!

O cantor divulgou o mais recente trabalho “Anti-herói” e empolgou o público com seu novo hit “Louquinho”. Jão também aproveitou para relembrar os sucessos do início de carreira.

Além do carisma e do repertório romântico, vale ressaltar que o músico valoriza sua banda. Em determinada parte do show, sua backing vocal deixa o fundo do palco e tem o seu momento de brilho.

Na sequência, a mensagem positiva e leve da Melim conquistou a massa. O grupo, apesar do pouco de estrada, vem arrastando fãs por onde passa. Em Uberlândia, não foi diferente. Os irmãos sentiram a energia do público, que em boa parte, estava ansioso para a apresentação dos cariocas. Muitos fãs já conheciam todo repertório e cantaram do incio ao fim da apresentação. Vou destacar na plateia uma família que viajou de Lagoa Formosa á Uberlândia, somente, para ver a Melim.

No show, eles cantaram as composições próprias, mas também, algumas influências. Skank, Bob Marley, Cidade Negra, Djavan e outros nomes foram lembrados e, assim somente na voz e violão, trouxeram um clima de luau, que tomou conta do festival. Para fechar a apresentação, Diogo deixou uma mensagem linda, de positividade e esperança. E, antes de executarem “Dois Corações”, ele incentivou a cada um que estava no estacionamento da Arena Sabiazinho a acreditar nos próprios sonhos.

Depois do romantismo e do reggae, o palco do Festival Te Vejo No Parque foi preparado para receber o punk rock do CPM 22. Badauí e companhia fizeram uma apresentação com muita energia. Entre uma música e outra, o vocalista lembrava com carinho de outras passagens por Uberlândia. Quem reforçava este sentimento de gratidão era o baterista Japinha.

Nesses mais de 20 anos de história, o CPM 22 colecionou sucessos e foi a trilha sonora de uma geração. Mesmo as canções mais recentes do último álbum, de 2017, “Suor e Sacrifício” eram cantadas pelos fãs. Mas foram os hits do final da década de 90 e começo dos anos 2000 que fizeram a galera tirar o pé do chão. 
Após a apresentação, o baterista conversou com exclusividade e, logo mais, você vai conferir tudo no canal Se Manca.

Já era tarde quando os Raimundos subiram ao palco para fechar a primeira edição do Festival Te Vejo No Parque, no entanto, isso não diminui a energia e empolgação do público, que já estava em menor número, para acompanhar a performance de uma das maiores bandas do rock nacional.

Digão, Canisso e companhia fizeram um show bem descontraído e muito pesado. Os dois puxaram conversa, fazeram piadas, contavam histórias e brincaram com os fãs. Entre um sucesso e outro, Digão, dava um jeito de relembrar algum artista. Los Hermanos e Bob Marley tiveram trechos de suas músicas executados. Até o hit do momento, “Caneta Azul”, foi lembrado, divertindo os roqueiros.

A massa abriu a roda e dançou, ou melhor, bateu cabeça ao som de “Eu Quero Ver O Oco” e “Esporrei Na Manivela”. Mas também, cantou junto os sucessos como: “O Pão Da Minha Prima”, “Selim”, “Mulher De Fases”, entre outros.

Nesses dois dias de evento, conheci novos sons, mas sem dúvida nenhuma, relembrei da minha adolescência, que consequentemente tinha uma trilha sonora muito parecida. E, para melhorar, no final da festa, encontrei grandes amigos que me ajudaram a construir minha história.

Deixo um salve a toda organização do Festival Te Vejo No Parque que fez um evento tão bonito e agradável em todos os aspectos. Quero, logo, a segunda edição, marcada para os dias 14 e 15 de novembro de 2020.

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