“Rota” desembarcará em Uberlândia nos dias 20 e 21 de março
Dança, uma arte sublime que faz do corpo um instrumento do imaginário. Por meio dela, somos capazes de criar a fantasia e também contar uma história. Independente do gênero, época ou estilo, a dança nos transmite a beleza, o charme e todo o poder da arte. Em muitos casos, não é preciso verbalizar. Uma imagem e o som podem provocar diversos sentimentos. A dança tem o poder de encantar e fazer a gente perder a hora. Ela é capaz de provocar, em segundos, e ao mesmo tempo, uma sensação de angustia, alegria, medo, alívio, entre outras emoções.

A carioca Deborah Colker é uma das maiores representantes desta arte. Criadora de inúmeros espetáculos, a coreografa é reconhecida mundialmente pelo seu talento e sua capacidade de criação. Com a mente livre, Deborah faz do impossível um combustível para criar um espetáculo, que além de belo e completamente novo, também é inspirador.
Uma de suas obras desembarcará em Uberlândia. O espetáculo “Rota” se apresenta nos dias 20 e 21 de março, no Teatro Municipal de Uberlândia. Será uma experiência inesquecível para os que apreciam a dança e as artes cênicas em nível de excelência. Os ingressos estão à venda no site da megabilheteria e em breve, os pontos de vendas presenciais serão divulgados.
Sobre o espetáculo
ROTA
As infinitas possibilidades de exploração de caminhos pela dança contemporânea e a presença em cena do maior símbolo da invenção humana dão vida e movimento a Rota, espetáculo lançado pela Companhia de Dança Deborah Colker em 1997.
Terceira coreografia original e quarto espetáculo apresentado pela companhia carioca, “Rota” descreve seu giro e seu curso em torno dos grandes eixos de sustentação do trabalho da coreografa. Deborah Colker: a utilização do gesto, síntese do movimento, como um poderoso elemento de Expressão cênica; a apropriação de movimentos oriundos de outras práticas do corpo; e as reflexões sobre as forças que regem o movimento, gênese da dança. Incursiona também pelo balé clássico, passeia pelo jazz e, promove em dois atos e seis movimentos, uma ocupação radical do espaço cênico
Simplesmente, imperdível!

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