O tradicional e renomado Fundinho Festival, conhecido pela sua excelência na curadoria e por apresentar ou trazer grandes nomes do Jazz e do Blues da cena local e nacional, este ano também investe e promove a inclusão, buscando acolher a todos, a organização já trabalha para proporcionar a melhor experiência a todos.

Para esta edição o Fundinho Festival dedicou uma área, em frente ao palco, para as pessoas com deficiência (PCD), gestantes, idosos. Haverá uma equipe para orientar e acolher esses grupos, tudo para proporcionar uma melhor experiência. Lembrando que há uma orientação para utilizarem transporte do aplicativo da sua preferência para facilitar o acesso.
O evento também preparou um ponto de embarque e desembarque destinado as Pessoas com deficiência, idosos e gestantes. no cruzamento entre a Tiradentes e a Dom Barreto, haverá uma pessoa para recebe-los. Essa entrada fica mais próxima da área destinada a vocês. Porém, não se preocupe se você não conseguir chegar por essa entrada, você poderá perguntar a alguém da equipe que estará identificada que, a mesma, irá acompanhá-lo ao melhor lugar para você.
Já se programe, serão dois dias (09 e 10 de agosto) com mais de 17 horas de programação. Toda a estrutura esta sendo montada, e a equipe do festival espera encontrar você na Praça Coronel Cordeiro. Na sexta das 17h às 22h e no sábado das 10h às 22h.
O evento é aberto ao público e receberá você seu amigos e família de braços abertos. Para quem gosta de Blues e Jazz, o Fundinho Festival já é uma data reservada todo ano. Para você que quer curtir ou conhecer um som diferente e de alta qualidade não perca a oportunidade.
Nesta edição, serão dez atrações explorando diversas vertentes do jazz e blues, com grandes apresentações de artistas das cidades de Araxá, Belo Horizonte, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Uberaba e Uberlândia.
“A programação musical do Fundinho Festival procura sempre apresentar as variadas vertentes do Jazz e do Blues, com o intuito de fazer o público perceber que esses gêneros podem estar dentro de suas preferências musicais, mesmo que de forma inconsciente. Ademais, demonstra a influência do Jazz e do Blues sobre os mais diversos estilos musicais ao redor do mundo”, destaca o diretor de Programação, Marco Túlio Morais.
Vamos conhecer as atrações deste ano e a programação do festival
Dri Arakake (São Paulo/SP)
DJ especializada em jazz e soul, Dri Arakake é colunista no Uol Splash e Uol Music Non Stop, com publicações na Folha de São Paulo (Ilustrada). Discotecou em diversos locais de São Paulo, como Paribar, Tavares, Galeria Metrópole, MAC USP, Museu do Ipiranga, e em festivais como Sesc Jazz, Rio Santos Jazz Fest, Fest & Bossa Jazz RN, Savassi BH e Bourbon Street Fest. Realizou cobertura jornalística dos festivais Tudo é Jazz Ouro Preto, Rio das Ostras Jazz & Blues, Rio Montreux, Fest Bossa & Jazz RN, Bourbon Fest Paraty, Santos Jazz Festival e C6 Fest no Ibirapuera. No Fundinho Festival, se apresentará nas aberturas e intervalos dos dois dias, além de fazer a cobertura do evento pelo instagram.com/arakake.
Sick (Uberlândia/MG)
Banda instrumental de Uberlândia-MG iniciada em 2014. Suas composições misturam elementos da música global com raízes brasileiras, criando paisagens musicais através de texturas e padrões. Com influências de experimental, post-rock, math-rock e música mineira, a palavra “Mergulho” define bem seu trabalho, que será levado ao palco do Fundinho Festival. Formada por Douglas Carlos (guitarra), Flávio Jordok (guitarra), Guilherme Levi (bateria) e Raphael Andrade (baixo), a banda já se apresentou em festivais como Picnik, Mineiro Beat, Bananada, Timbre e Locomotiva. Em 2014, lançaram o EP “Light Switch”, depois os discos “Para Uso Recreativo” (2017) e “O Sonho e a Escada” (2022). Ainda em 2022, lançaram o single “Amazonik” em junho e o EP “MERGULHO” em agosto, com quatro faixas que combinam post-rock e ritmos brasileiros. Atualmente, a Sick está produzindo seu quinto disco, previsto para ser lançado no final deste ano.
Duo Country (Uberlândia/MG)
Formado por Lukas Simon e Iuri Resende, de Uberlândia-MG, apresenta um show festivo e clássico que destaca o berço da música americana (Country, Western, Bluegrass, Rockabilly, Folk, Blues e Jazz). Já tocaram na “87ª Expozebu” (Uberaba), “Rancho Colorado” (Goiânia), “Gaz Burning” (São Paulo), “Celeiro” (Botucatu), “Capital Moto Week” (Brasília), “Festival Jazz na Canastra” e “Festival de Inverno de Peirópolis”. No Fundinho Festival, tocarão acompanhados por Everton Gustavo (violino), Lucas Oliveira (baixo/voz) e Vinícius Silva (bateria), apresentando um setlist com Hank Williams, Willie Nelson, Johnny Cash, Neil Young, Roy Orbison e Chris Stapleton, proporcionando um passeio autêntico pela música americana.
Ablusadas (Belo Horizonte/MG)
Primeira banda de blues autoral do Brasil formada exclusivamente por mulheres, com origem em Belo Horizonte. Composta por oito talentosas artistas, a banda destaca-se pela diversidade e identidade de suas integrantes, que representam diferentes perfis e idades. Elas fortalecem a presença feminina na cena do blues, misturando o vintage das big bands e o blues contemporâneo, com arranjos exclusivos, humor, personalidade e uma pitada de jazz. A banda é formada por Roberta Magalhães (voz principal), Débora Coimbra (voz e contrabaixo), Thaís Mussolini (piano), Bruna Vilela (guitarra), Nath Coimbra (trombone), Julliete Nurimba (saxofone alto), Ana Júlia Gabriel (saxofone tenor) e Bê Moura (bateria). No FundinhoFestival, a banda apresentará um show exclusivo, com estreia de novas canções autorais e homenagens a grandes vozes brasileiras que representam e perpetuam o blues feito no Brasil, como Elis Regina, Gal Costa e Rita Lee.
Welington Gama convida Roda de Choro (Uberlândia/MG)
Idealizador do grupo Wellington e Regional Fogo na Roupa, criado em 2007, promove e participa de inúmeros eventos de choro. No Fundinho Festival, ele traz a “Roda de Choro”, na qual 11 músicos demonstram sua versatilidade no choro, estilo com mais de 150 anos e tombado como patrimônio imaterial em 2024. Wellington já tocou com grandes nomes como Altamiro Carrilho e Izaias do Bandolim. Em 2022, foi premiado como melhor instrumentista no Prêmio BDMG Instrumental e lançou o disco “Arranjando um Choro”. Em 2023, foi contemplado no programa “Energia da Cultura” e, em 2024, apresentou seu disco no “Instrumental Sesc Brasil”.
Mocho Rei (Uberlândia/MG)
Fundada no Instituto de Artes da Universidade Federal de Uberlândia, a banda Mocho Rei é composta por músicos apaixonados pelas revoluções musicais das décadas de 60 e 70. Com uma formação clássica de sexteto setentista, a banda faz releituras de hinos do blues, rock, soul e funky, além de músicas autorais influenciadas por esses estilos, sob a perspectiva de músicos brasileiros. Formada por Thiago Pucci (guitarra e voz), Daniel Belzer (bateria), Mateus Morbeck (piano), Monamares Copetti (saxofone) e Gabriel Cunha (trompete), a banda lançou seu primeiro EP, “Algazarra”, em novembro de 2022. A Mocho Rei oferece performances dinâmicas e orquestradas, com improvisação que torna cada apresentação única. No Fundinho Festival, serão acompanhados por Fernando Rodovalho (trompete), Rafael Vaz (baixo) e Tim Fernandes (saxofone).
Elias Brazilian Trio convida Fernando Caneca (Uberaba/ MG e Rio de Janeiro/RJ)
O pianista Elias Junior e seu trio de jazz convidam o renomado guitarrista pernambucano Fernando Caneca para uma noite de música envolvente e sofisticada. O show combina música instrumental brasileira, standards de jazz e releituras de músicas pop, prometendo encantar os amantes da boa música. Elias Junior, autodidata e diretor musical, lidera o trio com Eduardo Coelho no baixo e Zó Batera na bateria. Fernando Caneca, com um currículo invejável e diversas indicações ao Grammy Latino, trará uma nova dimensão à performance. Para o Fundinho Festival, o pianista promete uma noite imperdível de paixão, talento e criatividade musical.
Salamandra Blues Band (Uberlândia/MG)
Formada em 2007 em Uberlândia, a banda tem influências de blues e soul. Criada por Alexandre Barbosa, Tico Reis e Leandro Rabelo, tocavam blues na garagem dos pais e eram fãs da banda Blues Etílicos, de onde veio o nome Salamandra. A formação atual inclui Diego Xavier na bateria, Wiliam Ferreira no vocal e guitarra, Alexandre Barbosa no baixo e Tico Reis na guitarra e vocal. Em 2023, gravou seu primeiro single autoral, “Stay Home Blues”, disponível em todas as plataformas digitais, e que fará parte do set list no Fundinho Festival.
Tiago Martins Trio convida Gabriel Grossi (Araxá/MG e Brasília/DF)
Guitarrista, violonista, professor e produtor, Tiago Martins atua profissionalmente desde os 17 anos. Especializado pelo IG&T em Campinas-SP, é diretor da escola de música Nota Certa em Araxá e professor de guitarra desde 2008. Participou de festivais como Araxá Festival Jazz e Blues, Pixinga Bass Festival, Festival Jazz in Blues, entre outros, dividindo palco com artistas como Toninho Horta e Danilo Caymmi. No Fundinho Festival, será acompanhado por Eduardo Machado (baixo) e Mário Teodoro (bateria) e contará com Gabriel Grossi (gaita harmônica) como convidado especial. Vencedor do prêmio Profissionais da Música como Melhor Artista Instrumental Brasileiro em 2023 e três vezes finalista do Grammy Latino, Gabriel Grossi lançou 15 discos e participou de mais de 500 gravações com artistas como Wynton Marsalis, Dave Mathews, Hermeto Pascoal, Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, entre muitos outros.
Nanda Moura (Rio de Janeiro/RJ)
Cantora e guitarrista, estudiosa do blues tradicional. Com uma carreira sólida, é reconhecida pelos principais nomes do blues no Brasil e já dividiu palco com artistas como Greg Wilson, Maurício Sahady e Blues Etílicos, além de tocar em festivais e locais renomados, como Best of Blues and Rock, Rio Montreux Jazz Festival, Cosquín Rock (Argentina), Blue Note São Paulo e Mississippi Delta Blues Festival. No Fundinho Festival, estará acompanhada por Otávio Rocha (guitarra), César Lago (baixo) e Gil Eduardo (bateria), apresentando releituras criativas de clássicos do blues das décadas de 20, 30 e 40, mesclando blues contemporâneo com as raízes tradicionais. Suas interpretações vigorosas, técnica vocal impecável e presença de palco transformam suas apresentações em verdadeiros espetáculos.
Programação
9/8 – SEXTA-FEIRA
17h00 Dri Arakake – Discotecagem Jazz e Soul (São Paulo/SP)
18h00 Sick (Uberlândia/MG)
19h30 Duo Country (Uberlândia/MG)
21h00 Ablusadas (Belo Horizonte/MG)
10/08 – SÁBADO
10h00 Dri Arakake – Discotecagem Jazz e Soul (São Paulo/SP)
11h00 Welington Gama – Roda de Choro (Uberlândia/MG)
13h30 Mocho Rei (Uberlândia/MG)
15h15 Elias Brazilian Trio convida Fernando Caneca (Uberaba/ MG e Rio de Janeiro/RJ)
16h45 Salamandra Blues Band (Uberlândia/MG)
18h30 Tiago Martins Trio convida Gabriel Grossi (Araxá/MG e Brasília/DF)
20h30 Nanda Moura (Rio de Janeiro/RJ)
Este ano, destaca-se a presença feminina. De acordo com Marcelo Mamede, coordenador do festival, 13 mulheres subirão ao palco. “Além de Dri Arakake, Nanda Moura e das meninas do grupo Ablusadas, Isabela Araújo e Lorraine Albina compõem a roda de choro, e Monamares Copetti toca o saxofone na banda Mocho Rei”, ressalta.
Além do lineup de peso, o evento garante um espaço com muitas opções gastronômicas e diversas variedades de bebidas, além das cervejas artesanais. Garantindo que todos possam curtir o evento com a maior comodidade possível.
Para a secretária municipal de Cultura, Mônica Debs, o Fundinho Festival é um evento maravilhoso, com músicas de alto nível e novidades a cada ano. “Sempre preparado com muito carinho, o festival traz grandes nomes do jazz e do blues, valorizando também os músicos da nossa cidade”.
O Fundinho Festival vai comemorar os 136 anos de Uberlândia, proporcionando uma festa de alta qualidade de estrutura, programação musical e que promete reunir um público diversificado no coração do bairro Fundinho.
O evento é apresentado pelo Governo de Minas Gerais, Instituto Unimed Uberlândia e Sistema Martins, tem o patrocínio das cervejarias Benedith e Uberbrau e realização da Moinho Cultural. O evento é executado por meio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura de Uberlândia, da Lei Estadual de Incentivo à Cultura/Governo de Minas Gerais e da Lei Paulo Gustavo/Ministério da Cultura/Governo Federal.

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